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<title><![CDATA[Cochichos e Relaxos]]></title> 
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br</link> 
<description><![CDATA[Um site de pensamentos diversos e dispersivos. Totalmente fragmentário e aleatório, como o fluxo da cosciência errante e mutante.]]></description> 
<language>pt-br</language> 



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<title><![CDATA[mundos paralelos - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-15_2009-11-21.html#2009_11-21_21_01_05-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Como se fosse um solo que se repete ou uma f&oacute;rmula gasta, eu remoo frases soltas ditas pela minha mulher a meu respeito: "O seu orgulho tolo. Tolo! A tua arrong&acirc;ncia expl&iacute;cita. Expl&iacute;cita."</p><p>Minha filha&nbsp;me fala do vestido novo,&nbsp;meu filho&nbsp;narra com entusiasmo <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-15_2009-11-21.html#2009_11-21_21_01_05-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 23:01:05 -0200</pubDate>
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<title><![CDATA[a casa 1 - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-15_2009-11-21.html#2009_11-20_13_58_51-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>A&nbsp;vis&atilde;o de um filme com os m&oacute;veis revirados por policiais a procura de drogas &eacute; algo t&atilde;o trivial quanto a vis&atilde;o da mocinha e do mocinho no final feliz.</p><p>Mas quando a sua cabe&ccedil;a parece um filme revirado, a sensa&ccedil;&atilde;o &eacute; outra: amarga.&nbsp;A <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-15_2009-11-21.html#2009_11-20_13_58_51-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:58:51 -0200</pubDate>
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<title><![CDATA[a casa - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-12_20_38_24-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>A casa est&aacute; vazia, silenciosa. Ele est&aacute; sentado na cadeira, como se tivesse acabado de tentar agarrar fantasmas. H&aacute; penumbras, luzes somente as da rua. H&aacute; sombras, todas elas confusas, semi delineadas.&nbsp;As sombras se confundem como as imagens em sua mente: um mo&ccedil;a <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-12_20_38_24-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:38:24 -0200</pubDate>
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<title><![CDATA[desprotegido - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-11_20_17_46-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>As luzes da casa est&atilde;o apagadas: sil&ecirc;ncio. a casa est&aacute; fechada. Ele est&aacute; desajeitado. A casa n&atilde;o &eacute; mais sua.</p><p>abre a porta, hesita em apertar o interruptor. Aparentemente n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m.</p><p>a luz da sala &eacute; acesa. Ele recua <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-11_20_17_46-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:17:46 -0200</pubDate>
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<title><![CDATA[a vida de ponta cabeças - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-09_19_57_25-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>estou sentado, observando o nada</p><p>a meia usada est&aacute; sobre a mesa de jantar,</p><p>a cal&ccedil;a largada no sof&aacute;</p><p>na cozinha, uma pilha de x&iacute;caras sujas, que nunca ser&atilde;o lavadas</p><p>na escrivaninha, contas a pagar ilhadas e encharacadas com a &uacute;ltima chuva <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-09_19_57_25-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:57:25 -0200</pubDate>
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<title><![CDATA[Encharcados de vida - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-10-04_2009-10-10.html#2009_10-09_21_09_29-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Pois bem</p><p>Eles dizem que falta vida</p><p>que falta emo&ccedil;&atilde;o</p><p>que falta o deslumbramento inicial da descoberta do mundo</p><p>Eles dizem que falta avivar as teorias</p><p>que elas est&atilde;o muito distantes da realidade</p><p>E tamb&eacute;m dizem que as crian&ccedil;as ainda <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-10-04_2009-10-10.html#2009_10-09_21_09_29-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 23:09:29 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[você sabe... - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-09-20_2009-09-26.html#2009_09-21_20_33_06-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Voc&ecirc; sabe que um dia, mais cedo ou mais tarde...</p><p>v&atilde;o te julgar</p><p>v&atilde;o te condenar</p><p>v&atilde;o te acusar de ser um mal exemplo</p><p>de se comportar intempestivamente</p><p>Se voc&ecirc; n&atilde;o sabe, um dia ficar&aacute; sabendo</p><p>que v&atilde;o te acusar de <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-09-20_2009-09-26.html#2009_09-21_20_33_06-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 22:33:06 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[Pedras, danos e uma morte á vista - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-09-20_2009-09-26.html#2009_09-21_20_26_15-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Ela virou-se para o marido. Um homem rid&iacute;culo portando um guarda chuva aberto na sala. Ela de in&iacute;cio arrependida, atirou pedras na dire&ccedil;&atilde;o dele.</p><p>"Voc&ecirc; mereceu. Voc&ecirc; &eacute; a coisa mais murcha da face da terra, inssosso, que chega a ser grosseiro."< <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-09-20_2009-09-26.html#2009_09-21_20_26_15-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 22:26:15 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[confessionário - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-30_2009-09-05.html#2009_09-04_21_21_12-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>As confiss&otilde;es s&atilde;o feitas de retalhos da vida, de noites mal dormidas, de desejos reprimidos.</p><p>Deve haver uma barreira simb&oacute;lica entre o confessor e quem ouve a confiss&atilde;o: um tapume fino e&nbsp;raso, mas o suficiente para abrir um abismo.</p><p>Deve haver ... deve haver... <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-30_2009-09-05.html#2009_09-04_21_21_12-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 23:21:12 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[perguntas que não se respondem - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-30_2009-09-05.html#2009_09-02_20_05_56-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Aproxima-se da casa. Aproximar-se significa quarteir&otilde;es de dist&acirc;ncia , oceanos e desertos a atravessar.</p><p>Jurou nunca mais retornar, mas estava ali e cada vez mais ali, aproximando-se e nem sabia porque dirigia-se &agrave; casa.</p><p>Podia ouvir a sua esposa pedindo compassiva um <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-30_2009-09-05.html#2009_09-02_20_05_56-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 22:05:56 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[anoitece - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-30_2009-09-05.html#2009_08-30_16_51_50-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>&eacute; um solo de trompete, melac&oacute;lico, calmo e triste. E&nbsp;ent&atilde;o anoitece</p><p>Anoitece em tardes que se deixam escapar, sem pressa. simplesmente</p><p>como a &aacute;gua que escorre mansa por entre as m&atilde;os.</p><p>Anoitece e ela desliza entre noiteces: gata sissiante, caminhar <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-30_2009-09-05.html#2009_08-30_16_51_50-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 18:51:50 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[Volta para a casa - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html#2009_08-28_20_45_36-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Ele ruma em dire&ccedil;&atilde;o&nbsp;&agrave; casa e sabe que vai errar,&nbsp;que vai se desviar porque no fundo n&atilde;o vai encontrar o caminho.&nbsp;sabe que vai se perder pelas sinuosidades das esquinas, das ruas que fazem&nbsp;curvas improv&aacute;veis e que continuam depois de uma ponte <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html#2009_08-28_20_45_36-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 22:45:36 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[paz, deserto e silêncio - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-09_2009-08-15.html#2009_08-14_21_41_14-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>As ruas est&atilde;o desertas.</p><p>"Reina a paz, reina a paz."</p><p>Um refr&atilde;o que se repete como uma m&uacute;sica mon&oacute;tona em cada canto da cidade deserta e vazia, como as m&uacute;sicas tocadas nos elevadores impessoais dos grandes apartamentos.</p><p>Ele internaliza e torce o refr&atilde;o: <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-09_2009-08-15.html#2009_08-14_21_41_14-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 23:41:14 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[um dia concreto de fúria e de dor - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-02_2009-08-08.html#2009_08-02_16_29_42-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Um dia de f&uacute;ria ou de gl&oacute;rias ingl&oacute;rias: ele de in&iacute;cio paralisado&nbsp;foi sendo&nbsp;tomado em c&oacute;lera</p><p>at&eacute; atingir picos alucinantes. Emo&ccedil;&otilde;es em montanha russa.</p><p>Ele ainda se voltou para olhar dentro de casa,</p><p>a porta escancarada, <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-08-02_2009-08-08.html#2009_08-02_16_29_42-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 18:29:42 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[guarda-chuvas - Autor(Jiló)]]></title>
<link>http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-07-26_2009-08-01.html#2009_07-29_14_46_26-5073167-0</link> 
<description><![CDATA[<p>guarda-chuvas servem para proteger da metralhadora verbal do outro</p><p>guarda-chuvas servem para nos abrigar do ran&ccedil;o, da m&aacute;goa de algu&eacute;m que ainda diz nos</p><p>amar.</p><p>Sempre o amor. E dele devemos nos proteger com nosso imperme&aacute;vel.</p><p>Foi um guarda-chuva que <a href="http://kamesu.blog.uol.com.br/arch2009-07-26_2009-08-01.html#2009_07-29_14_46_26-5073167-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 16:46:26 -0300</pubDate>
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